Museu de Santa Maria

Dezembro 2019

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Exposição "(Re)pensar a sorte das baleias" patente no Pólo de Vila do Porto

O Museu de Santa Maria, em colaboração com o Museu de Angra do Heroísmo, expõe a partir desta terça-feira, 1 de outubro, no Pólo de Vila do Porto, a exposição de gravuras “(RE)pensar a Sorte das Baleias”.

Da autoria do faialense Rogério Silva, o conjunto de 31 gravuras surge em 1987, na cidade de New Bedford, “como resposta atempada e sensível ao grito de alerta que ressoa um pouco por toda a parte do mundo civilizado: - travar a extinção das baleias”.

Segundo João Luís de Medeiros, autor do catálogo da exposição, esta mostra possui naturalmente as suas próprias e legítimas ambições: sugerir o fermento do evangelho da arte às massas populares, na crença generosa de que também nas questões artísticas, o público anda porventura distraído, mas raramente indiferente.  

A obra de Rogério Silva não pertence “por mérito próprio” ao domínio cultural duma época em que a pintura não aceita funções de adorno para melhor se afirmar como processo de comunicação e de aproximação entre o pluralismo das ideias.

“(Re)pensar a sorte das baleias” foi o tema pilar da “inquietação interior” do autor. Uma exposição capaz de contagiar “com a mensagem benfazeja da Arte que lhe brota das mãos e do cérebro”.

A mostra estará patente até ao dia 31 de dezembro.

Biografia:

Rogério Silva nasceu em 1929, na freguesia da Feteira, ilha do Faial, nos Açores e viveu desde 1947 em Angra do Heroísmo, até à sua ida para os EUA, em 1971.

Como professor de Artes e Ofícios na antiga Escola Industrial de Angra, estabeleceu, desde muito cedo, contatos com o mundo da arte nos Açores e com artistas portugueses no Continente. Foi colaborador próximo de diversas instituições culturais açorianas e envolveu-se em inúmeros projetos que trouxeram às ilhas muitas exposições de pintores e outros criadores estrangeiros.

A sua própria carreira como pintor e ilustrador inclui um vasto conjunto de atividades na área cultural, colaborações diversas e exposições individuais plenas de sucesso. Está representado em muitas coleções, incluindo, o acervo do Museu de Angra do Heroísmo.

Os seus motivos revelam um amor extremado pelo seu berço ilhéu e os seus quadros alinham bases geométricas em perspetivas originais, com fortes referências ao ambiente insular, ao meio marinho e à história náutica portuguesa.

Data Inicial
2019-10-01
Data Final
2019-12-31
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